Dos 66 principais países poluentes, 61 já têm legislação para combater as alterações climáticas contudo é necessário ir mais longe

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Dos 66 principais países poluentes, 61 já têm legislação para combater as alterações climáticas contudo é necessário ir mais longe

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Um relatório dado a conhecer nos EUA revela que 61 dos 66 principais países poluentes (responsáveis por 88% das emissões de origem humana) já têm legislação nacional para combater as alterações climáticas. Esta é fundamental para que haja acordo na cimeira do clima do próximo ano. No entanto, os especialistas avisam que é necessário ir mais longe.

O estudo, da responsabilidade da Global Legislators Organization (GLOBE International) em colaboração com o Grantham Research Institute on Climate Change and Environment revela que existem quase 500 leis do clima/energia limpa em vigor.

As iniciativas legislativas para combater as alterações climáticas são hoje uma realidade não apenas nos países desenvolvidos mas também, e cada vez mais, nos países em desenvolvimento.

“É claro que, nos últimos anos, o impulso legislativo tem vindo a deslocar-se na direção dos países em desenvolvimento”, afirma Terry Townshend, da GLOBE International.

As razões que levaram os governos a juntar-se aos países desenvolvidos na luta contra fenómenos como o Aquecimento Global variam de caso para caso e as abordagens também diferem de país para país, mas o importante é que há ação a nível nacional, o que aumenta a probabilidade de envolvimento numa iniciativa internacional como a que se espera que seja acordada em Paris em 2015, explica Terry Townshend:

“É claramente uma relação bidirecional. Os países estão preparados para ir mais longe a nível internacional se tiverem aprovado leis domésticas”. Este é assim um bom prenúncio para a cimeira do clima de Paris da qual se espera que resulte um novo tratado internacional.

No entanto, os especialistas afirmam que os instrumentos legais nacionais existentes não são suficientes para manter o aumento da temperatura abaixo dos dois graus centígrados, indicado como limite máximo de segurança pelos cientistas, pelo que são necessárias iniciativas domésticas mais ambiciosas.

O relatório “GLOBE Climate Legislation Study – a Review of Climate Legislation in 66 Countries” foi apresentado ontem no âmbito da 2nd GLOBE Climate Legislation Summit, reunião  que termina hoje em Washington e em que estiveram representadas dezenas de países bem como a ONU. O estudo está disponível online em PDF e também através de uma aplicação gratuita para tablets e smarthphones.

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Fonte: scientificamerican.com e globeinternational.org


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