Não. A transição da versão de 2015 para a de 2026 é uma evolução, não uma substituição. Os processos centrais, a lógica do sistema e a maior parte da documentação mantêm-se. O trabalho concentra-se em pontos específicos. Para quem tem o sistema minimamente estruturado, o esforço real é significativamente menor do que na transição de 2015.
