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Eficiência hídrica passa para as competências da Agência de Energia

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ID-10095367O Governo prepara-se para promover uma reorganização da ADENE – Agência de Energia, atribuindo-lhe novas competências no domínio da eficiência hídrica, confirmou o ministro do Ambiente, do Ordenamento do Território e Energia à margem dos 25 anos da empresa Generg, que foram assinalados com uma conferência em Lisboa. “A par da eficiência energética também a eficiência hídrica vai fazer parte das nossas prioridades”, garantiu Jorge Moreira da Silva, explicando que “brevemente a eficiência hídrica deixará de estar tutelada pela Agência Portuguesa para o Ambiente (APA), passando para o domínio da ADENE”.

Trata-se de uma reforma que, segundo o ministro, será apresentada ainda em julho e que poderá ter efeitos práticos a partir de setembro. “Os técnicos da ADENE têm sabido fazer o aconselhamento e acompanhamento das empresas no domínio da eficiência energética e poderão fazer idêntico trabalho com as autarquias e com o restante setor na área da eficiência hídrica”, avançou, justificando que, no universo da APA, a eficiência hídrica tem estado “secundarizada”.

O responsável governamental justificou esta alteração com a necessidade de contrariar o panorama de perdas de água em Portugal, que variam – de concelho para concelho – “entre os 8% e os 80%”.

Fonte: ambienteonline.pt


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A Qualidade e a segurança alimentar

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02_05_2O setor agroalimentar tem vindo a registar uma enorme evolução, sendo de registar a plena integração dos vários elos da cadeia alimentar. As organizações intervenientes nesta cadeia abrangem, desde os produtores de alimentos para animais e produtores primários, passando pelos fabricantes de géneros alimentícios e pelos operadores e organizações subcontratadas para o transporte e armazenagem, até ao retalho e postos de venda. Enquanto organizações interrelacionadas, os fabricantes de equipamentos, de material para embalagem, de agentes de limpeza, de aditivos e de ingredientes bem como os prestadores de serviços, também estão incluídas.

Relativamente ao setor do fabrico de alimentos compostos para animais e das pré-misturas, por exemplo, conforme noticiado na revista da Associação Portuguesa das Industrias de Alimentos Compostos para Animais – IACA, tem-se vindo a observar um número crescente de empresas com uma ou mais certificações, com especial destaque para a norma ISO 9001.

Com a cada vez mais restritiva legislação europeia para a produção de alimentos, novos desafios se colocam às empresas do setor alimentar, no que diz respeito às substâncias indesejáveis nos alimentos para animais. A resposta a este desafio está na qualidade, no sentido da norma ISO 9001, ou seja, os requisitos internos de qualidade das empresas não se podem resumir aos requisitos legais: têm de ir mais além de acordo com as necessidades dos seus clientes e o tipo de alimentos fabricados por aquelas unidades.

Por conseguinte, a segurança alimentar tornou-se uma preocupação central dos vários intervenientes na cadeia alimentar, em que todos são corresponsáveis, assumindo-se, enquanto conceito, como o reflexo da inocuidade dos alimentos e como requisito obrigatório para os padrões atuais da Qualidade.

Fonte: ipq.pt


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Dia Nacional de Prevenção e Segurança no Trabalho

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28_04_2Hoje comemora-se o Dia Nacional da Prevenção e Segurança no Trabalho em homenagem às vítimas dos acidentes e doenças profissionais.

Este dia pretende consciencializar as entidades públicas, as organizações patronais, os sindicatos e os trabalhadores para a necessidade de promover políticas e incentivar comportamentos de segurança no trabalho, de modo a prevenir acidentes e doenças profissionais.

O incumprimento de normas legais de prevenção dos riscos profissionais e de proteção da saúde e segurança no trabalho pode ter consequências danosas, podendo mesmo ser letais.

Pense no futuro dos seus colaboradores e da sua empresa, e comece a pensar nas medidas que pode aplicar no quotidiano laboral, de modo a minimizar potenciais acidentes e cumprir a legislação vigente.

A implementação de um Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho de acordo com a OHSAS 18001 é uma ferramenta que permite identificar e controlar os riscos de saúde e segurança, minimizando potenciais acidentes. Para mais informações, contacte-nos!


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Alergias alimentares aumentaram 18% numa década

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28_04

Cerca de 17 milhões de europeus sofrem de alergias alimentares. Vómitos, náuseas, dor abdominal e manifestações cutâneas ou respiratórias são os primeiros sintomas. Números da Academia Europeia de Alergologia e Imunologia (EAACI) indicam que cerca de 5% das crianças europeias sofrem de alergias alimentares, sendo que os números são menos significativos nos adultos (à volta dos 3%) mas a “patologia” é um tema emergente na sociedade. Entre 1997 e 2008, a prevalência de alergias alimentares aumentou 18%.

Sobre a epidemiologia e história natural das alergias alimentares Mariana Couto, imunoalergologista, revelou uma lista de apenas oito alimentos – leite, ovo, amendoim, frutos secos, marisco, peixe, trigo e soja – que são responsáveis por cerca de 92% das alergias alimentares registadas.

As alergias alimentares são reações de hipersensibilidade, quando um indivíduo não tolera determinado alimento na mesma dose que os restantes. Ainda assim, intolerância a um alimento é diferente de alergia alimentar e, neste ponto, Mariana Couto fez questão de salientar que em muitos casos os dois conceitos são confundidos. “A maioria dos testes feitos acusam sensibilidade mas não alergia alimentar”, explica a especialista. A prova de provocação alimentar é a única forma de atestar com eficácia se uma pessoa é ou não alérgica a determinado alimento.

Ser alérgico e ser sensível

A imunoalergologista explica que muitas das alergias que as crianças apresentam desaparecem nos primeiros anos de vida e desmistifica a ideia que que as pessoas “acumulem” alergias. “Em média, 87% das crianças têm apenas uma sensibilização alimentar”, revela, referindo-se neste caso a números portugueses obtidos pela Faculdade de Medicina da Universidade do Porto (FMUP).

Adaptado do Jornal Publico

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